No dia 6 de outubro o Departamento Nacional de DST, AIDS e Hepatites Virais do Brasil realizou a segunda reunião do Grupo de Trabalho UNGASS-AIDS 2010.Quatro representantes da sociedade civil (SC); dois dos organismos internacionais, além de representantes de várias áreas do Departamento Nacional de DST, AIDS e Hepatites Virais (CICT; SCDH; Prevenção) e da COGE – Comissão de Gestores discutiram sobre os avanços e desafios para coletar dados no Brasil, uma vez que o deadline para ter todas as informações sistematizadas é 3 de novembro.
A consolidação da Parte B do Indicador do Conjunto de Políticas Nacionais – ICPN – está sob a responsabilidade da sociedade civil. O representante do Fórum UNGASS-AIDS-SSR Brasil, Jair Brandão, informou que até o momento 13 questionários já foram recebidos pela SC. O governo informa que apenas dois relatórios Parte A foram entregues pelos gestores (São Paulo e Tocantins). Brandão também propôs uma nova data para o recebimento e sistematização das informações. Os dados consolidados deverão ser entregues até o dia 15 de outubro (quinta-feira).
Jair Brandão, José Carlos Veloso (Fórum UNGASS-AIDS-SSR Brasil) Jaime, Nélio (Represetantes da Sociedade Civil na CNAIDS) estarão reunidos, em São Paulo, nos dias 24 e 25 de outubro, no GAPA/SP, para sistematizar os dados dos questionários recebidos da sociedade civil.
O próximo encontro, previsto para 12 de novembro, no Rio de Janeiro, na reunião ampliada da CAMS, servirá para avaliar a versão preliminar do Informe País.
A Gestos e o GAPA/SP representam o Fórum UNGASS-AIDS-SSR neste GT.
Mais informações: jair.brandao@gestos.org, jcveloso@terra.com.br
“Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz.”.
intensificar os trabalhos de prevenção nos municípios e estados, através de sensibilização de políticos e legisladores. A análise, em grupo, das metas da UNGASS-AIDS também trouxe à tona os problemas vivenciados por todos os estados: a falta de financiamentos de programas de prevenção, dificuldades enfrentadas pelas gestantes HIV+ – relato de casos nos quais elas não recebem resultados de teste a tempo, e não têm o aconselhamento apropriado, incluindo informações sobre parto e lactação – a necessidade de pesquisas específicas sobre uso de anti-retrovirais e efeitos colaterais no corpo das mulheres e o impacto sócio-econômico da AIDS na vida delas, que ainda é permeada de preconceito e discriminação. Mulheres de todos os estados relataram problemas na implementação do Plano de Enfrentamento da Feminização da AIDS.
Entre os dias 30 de setembro e 1 de outubro 72 pessoas, entre governo e sociedade civil, estiveram presentes no III Fórum UNGASS-AIDS-SSR do Peru. Reunidos, em Lima, discutiram sobre os dados da pesquisa comunitária em saúde sexual e reprodutiva, educação sexual e violência contra a mulher e sobre o fortalecimento da rede de advocacy e lobby sul-sul para o monitoramento das políticas públicas de saúde sexual e reprodutiva das mulheres (SS&SR) e HIV/AIDS. Além disso, o encontro serviu para aproximar o governo da sociedade civil no processo de monitoramento das metas UNGASS-AIDS.
Palmas foi a cidade escolhida para a realização do II Fórum UNGASS-AIDS-SSR Norte. Com uma acolhida especial, no calor de quase 40º, o Grupo Ipê Amarelo de Conscientização e Luta pela Livre Orientação Sexual (GIAMA) recepcionou os cerca de 40 participantes, que chegaram com o compromisso de monitorar as metas da UNGASS-AIDS em seus estados.